1 10 2009

Sociedade liberal.

Democracia.

Liberdade de expressão.

Depois de dezanove longos anos a habitar este mundo vou percebendo, vou vendo, o que me rodeia. Aliás, antes já o via, já observava o mundo à minha maneira, através de um olhar sonhador de uma criança.

Mas agora é diferente, agora cresci, aprendi, procurei e encontrei, se calhar, mais informação do que aquela que queria ter. Apercebi-me que o mundo, caso queiramos olhar para ele, é um sitio terrível para se viver…

Vejo um puto qualquer a atirar comida para o chão (sim, aquele meio pacote de batatas fritas que está a mais e que, só por acaso, custou mais do que o dinheiro que uma família na Nigéria tem para viver). E, depois disto, penso. Será que ele precisava mesmo de o deitar fora? Será que não o podia guardar para quando fosse comprar outro e comer outra metade?!

Olho a política de uma forma diferente. Na TV não consigo ver mais nada senão uma política de insulto pessoal. Uma política que se baseia num permanente ataque pessoal e não, como seria lógico numa democracia, num debate construtivo de ideias e ideais que nos possam levar a algum lado. Por favor, minha gente, eu sei que o Sócrates foi um mau primeiro-ministro; mas que autoridade tenho eu para dizer que, como pessoa, ele é isto ou aquilo??

Caso seja preciso eu esclareço, não tenho essa autoridade! Eu não posso atacar quem não conheço, não posso, de maneira nenhuma!

Enfim, politiquisses à parte, preocupa-me imenso ver um mundo de desigualdades e preconceitos. Fico bastante incomodado ao ver alguém ser descriminado por uma opção pessoal, ou por uma questão racial ou simplesmente por querer ser diferente. Mais uma vez penso que temos um problema de direitos, um problema de violação de direitos aliás! Eu não tenho o direito de julgar ninguém e ninguém tem o direito de me julgar a mim … atrevam-se se quiserem!

Espero que, até agora, não estejam a achar este texto demasiado agressivo (digo isto para os sobreviventes que aqui chegaram, obviamente).

Mas continuando a minha dissertação por esta parafernália de assuntos, ou casos perdidos, como preferirem.

Escrevo em discurso directo com o intuito de tentar demonstrar a minha raiva perante uma sociedade fechada à diferença. Uma sociedade incapaz de aceitar que não somos todos um grande rebanho de ovelhas brancas e felpudas. Uma sociedade que tem a coragem de me pôr de parte simplesmente porque a minha pele tem uma cor diferente, ou porque tenho uma tatuagem, ou porque visto roupa diferente, ou porque sou gay! Nunca posso viver em paz com um mundo assim, até porque não me sinto bem nele.

Não sei muito bem para onde estamos a caminhar. Sei apenas que a continuar assim, a nossa pseudo-perfeita-sociedade vai ter um fim muito triste.

Mas nem tudo é mau. Tenho a perfeita consciência que estou a exagerar naquilo que digo. Tenho isso em mente quando, propositadamente, exagero, carrego nas palavras e delas faço a minha arma.

Eu sei que aqui e além se vão mudando mentes, se vão abrindo horizontes. Sei que a homossexualidade já vai sendo mais aceite, que os negros estão cada vez mais integrados na nossa sociedade, que as mulheres têm uma voz cada vez mais constante e audível nos círculos das nossas mais altas esferas. Sei que aos poucos tudo vai mudando, vão caindo tabus.

Mas mesmo assim, não estamos no caminho certo. Ou, então, eu tenho uma visão muito errada do sítio onde vivo.

Quero acordar e ver um mundo diferente. Aliás, vou-me deixar de fantasias idiotas. Quero acordar e ver um mundo em mudança! E quero fazer parte dessa mudança.

Há pessoas que têm o poder de mudar o mundo, que ditam leis. Eu, um mero colunista do meu próprio jornal, apenas tenho o poder de escrever. De, com as palavras, pedir algo mais.

E uma coisa fica prometida, sempre que estas palavras quiserem sair, eu vou deixar!

PS: Peço desculpa se este texto não faz qualquer sentido, saiu-me. E não vou revê-lo!





Aviso

7 04 2009

Depois de receber algumas queixas devido ao facto de as fotos publicadas nas galerias deste site não poderem ser comentadas individualmente, decidi colocar online um blog paralelo onde as fotos estão publicadas. Aí podem comentar e ver todos os meus trabalhos.

Os links vão ser também colocados em sítios acessíveis para não haver qualquer incomodo ou perda de tempo.

Desde já obrigado pelas visitas e comentários,

Até breve…

(O chapter four está mesmo a sair do forno…)





Chapter three…

16 03 2009

Eu bem vos disse, o tema era mesmo o maior desejo deles, o primeiro filho. Depois de tantos anos a planear acho que agora vai mesmo acontecer e eu aprovo completamente esta decisão. Afinal nada foi deixado ao acaso não é? Esperaram todo este tempo para que tudo estivesse a postos, para que tudo fosse perfeito, para que quando o novo membro da família chegar esteja tudo pronto e lhe consigam dar tudo o que ele necessita. Sempre conversaram muito acerca do primeiro filho e sempre discutiram muito racionalmente todos os pormenores, desde os cuidados até ao conforto. Aliás, quando escolheram a casa onde vivem, já estavam a pensar nisso. A casa tem um quartinho a mais, já decorado, perfeito para o bebé.

Finalmente chegou a altura, estamos em Novembro. Eles querem que ele nasça no verão para não ter de sofrer com o frio e as adversidades de um inverno rigoroso que já se adivinha desde há alguns anos. O que mais desejam é que o pequeno tenha os primeiros tempos de vida mais agradáveis que for possível. Anseiam vivamente o primeiro sorriso, o primeiro gesto, o primeiro olhar. Toda a vida trabalharam para atingir uma estabilidade financeira e familiar que permitisse a vinda deste ser maravilhoso.

A noite vai correndo de forma agradável e nem mesmo o vento frio que se faz sentir os afasta daquele banquinho. Aquele sítio tem algo de mágico, algo de superior que, quase todas as noites, os trás de volta. Ali ficam a conversar e eu, eu fico-me por aqui a olhá-los, a dar os meus passeios. Divirto-me imenso a ver aquelas duas crianças que costumam vir brincar com o seu Basset Hound. Chama-se Thor o pobre cachorrinho. Coitado, farta-se de correr e mesmo quando já está cansado nunca pára de brincar só para agradar aos seus pequenos donos. Estes miúdos parecem ter pilhas inesgotáveis! Gosto verdadeiramente deles. Moram no prédio mesmo em frente ao parque e, por isso, podem vir sozinhos brincar. A mãe deles fica sempre na janela a olhar. É uma verdadeira senhora, de bom gosto, sempre com  um tailleur diferente e impecável, sem a mínima falha. Se a memória não me falha, trabalha como designer num conceituado atelier do norte do país. Já o seu marido, de nome Scott, é um empresário de sucesso. Tem uma empresa de Marketing que parece subir todos os dias cem degraus na escada que leva ao topo. Enfim, são um casal de sucesso, um casal feliz em todos os aspectos da vida. Não vivem numa fachada bonita que tapa o podre que está por trás dela. Vivem sem ostentar a riqueza que têm, simples e informais, dedicando-se apenas à família e ao trabalho.

Esperem, eles estão a ir embora, tenho de me apressar. Comecei para aqui a divagar e perdi-me no tempo. Vamos voltar para casa que já começa a ficar tarde. Eles aparentam algum cansaço, apesar de estarem visivelmente felizes. Nada que uma boa noite de sono não resolva.





Chapter two…

8 03 2009

A chuva continua, molhando tudo e todos, do mais incauto até ao mais prevenido. As pedras da calçada brilham graças ao seu espelho de água. Nada mais se ouve, o tempo parou, o mundo parou … só a chuva, apenas a melodia da natureza ecoa pelo ar. As ruas, com os seus prédios altos, funcionam quase como uma caixa de ressonância, tal como uma guitarra aumenta as suas notas assim os prédios aumentam o som da chuva.

No entanto, no interior da sala, toda esta magia é ignorada.

Continua a leitura, a absorção sôfrega de toda a informação, de todo o brilho que um bom livro emana. Palavra a palavra, letra a letra, o texto vai-se conjugando, vai-se formando como uma melodia, uma canção, a mais bela canção do mundo.

Gosto de me elevar e olhar estes dois. De os observar nesta vida, nesta luta que travam contra a rotina. Agora lêem, e depois? Depois o que vão fazer? Talvez passear à beira rio com os dedos entrelaçados a representar aquela união imperturbável. Ou não? Será que vão fazer qualquer outra coisa? Será? Ou não? Estou na dúvida, realmente não sei o que pensar. Bem, uma coisa é certa, façam o que fizerem eu vou estar aqui para ver, afinal não saio daqui e não tenho nada para fazer. Quer dizer, vocês percebem, eu faço alguma coisa não é? Conto-vos o que vejo… mas isso não é de todo relevante. Não é uma tarefa, apenas um gosto meu.

Mas continuando; tenho vindo a reparar que aquela relação é uma coisa impressionante. Sabem, daquelas relações que não se vêem hoje em dia. Que só conhecemos dos romances que teimam em comer todo o pó que paira junto à estante. É sem dúvida alguma, uma relação superior. Algo que não dá para perceber nem explicar. Sentem-na eles e, meu Deus, não imaginam como os invejo. Eles são felizes, tão felizes. Emanam um brilho lindo de se ver, uma aura, uma luz divina, quente, que aquece todos os corações que se lhe aproximam.

Estão a sair da sala, a vestir os casacos e a deixar a casa. Vou com eles, já que não me conseguem ver aproveito e vou dar um passeio. Vamos até ao parque. Ai como eu adoro este parque, e eles também. Passeiam cá quase todos os dias e às vezes voltam à noite, depois do jantar, para terem daquelas conversas intermináveis. Sabem, há uma coisa que não percebo. Eles estão juntos há tanto tempo, já faz anos mesmo e, no entanto, conversam como se fossem um casal de namorados com apenas alguns dias de relação. Aliás, em verdade vos digo, não conheço nenhum casal de namorados que tenha tais conversas. Tão longas e sempre inacabadas. Sentam-se naquele banco, com vista para o rio, por baixo do candeeiro fundido. E lá ficam, a falar.

Hoje não é diferente, já lá estão. Qual será o tema? Hum, não sei mas desconfio… acho que é o filho que tanto desejam. Vou-me certificar e depois conto-vos, pode ser?

Até à próxima…





All men are created equal. No matter how hard you try, you can never erase those words. . .

6 03 2009

Tradução do título: “Todos os homens são iguais. Por muito que se tente, nunca se conseguirá apagar estas palavras.”

Esta citação foi retirada do filme Milk, e foi dita por Harvey Milk (personagem interpretada por Sean Penn).

Foi realizado por Gus Van Sant e escrito por Dustin Lance Black, baseado na história verídica do primeiro político assumidamente gay.

Não sendo muito meu hábito fazer artigos de comentário a filmes ou música que goste (até porque se o fizesse ia encher demasiado o blog), principalmente por ter medo de não me conseguir distanciar o suficiente para fazer uma crítica imparcial, penso que este em concreto o merece. Aliás, penso que merece que corra muita tinta a seu respeito. Merece um aplauso, uma vénia.
Para quem não teve hipótese de assistir, trata-se de um homem (Harvey Milk) que abandona o seu emprego bem remunerado em Wall Street e decide assumir a sua homossexualidade perante o mundo e partir para Castro em San Francisco. Começou por falar para uma pequena minoria acerca do desejo da igualdade de direitos e foi evoluindo, passo a passo, até ser o primeiro político assumidamente homossexual a ganhar umas eleições.

Assassinado em 1978, Harvey deixou um movimento de dimensões indescritíveis e o mundo perdeu um dos seus maiores visionários e lutadores.

A meu ver, este filme tem um valor imenso. Mostra que é possível lutar, combater a desigualdade e a injustiça. Vale a pena o esforço porque, todos juntos, podemos alcançar os nossos objectivos.

No entanto, o final traz-nos a dura realidade. Harvey acaba por ser morto a tiro, acabando assim a sua luta mas iniciando-se um novo período.

Como podemos ver na história, os grandes reformistas caem sempre, ou quase sempre, por terra. Mas, embora uma batalha esteja perdida, a guerra continua e, como exemplo disso está Barack Obama. Apesar do assassinato de Martin Luther King, a 4 de Abril de 1968 em Memphis, a revolta e a luta dos negros pelos seus direitos continuou e, neste momento, temos um afro-americano na presidência dos EUA.

Portanto, apenas para finalizar, penso que a ideia que me fica do filme é que vale a pena acreditar. Vale a pena lutar e batalhar pelos nossos objectivos e pelos objectivos que podem fazer este mundo andar para a frente e evoluir! Vale a pena porque, todos juntos, unidos numa só causa, um dia, vamos conseguir a liberdade e igualdade. Porque todos somos iguais … negros ou brancos, gays ou heteros, homens ou mulheres, idosos ou jovens, todos merecem o seu lugar!!

Neste momento apenas tenho o desejo e o objectivo de construir um mundo melhor onde os meus filhos e os filhos deles possam viver. Onde todos vivam igualmente livres, sem preconceitos e, principalmente, sem medo.

And …

… My name is Harvey Milk and I’m here to recruit you!

Até breve …

Para mais informações acerca do filme visitem: http://www.imdb.com/title/tt1013753/





Trabalho

5 03 2009

Este post vem apenas servir como comunicado. Aviso que disponibilizei o meu trabalho sobre homofobia, que fiz para a cadeira de Psicologia, para download e apreciação.

Para fazer download basta ir à barra lateral e por baixo dos links, na secção “Trabalhos”, clicar em cima de “trabalho homofobia”. Seguidamente vai aparecer uma página do site esnips.com com uma pré-visualização do documento. Na parte de baixo está escrito “download” e basta clicar lá.

Peço desculpa pela forma complicada de fazer download mas não consegui que ficasse mais simples.

Espero que gostem e me dêem a vossa opinião.

Até breve…





Novo!

1 03 2009

Estão disponíveis novas fotografias na categoria “Diversos”.
Passem por lá e deixem a vossa opinião.

Até breve…





God Damn Words!!

23 02 2009

As palavras

tal como as sensações

são vãs.

Umas magoam

outras nem por isso

no entanto,

passado um pouco,

todas

se desvanecem





Peço …

16 02 2009

Peço a paz

Peço a guerra

Peço o silêncio

Peço a conversa

Peço que me ignorem

Peço que me olhem

Peço o amor

Peço o ódio

Peço que me entendam

e depois que me expliquem quem sou…





Plágio, ou simples coincidência?

2 02 2009

Foto tirada por mim e publicada no site Olhares.com

(http://olhares.aeiou.pt/coimbra_city_of_fashion_foto2192389.html)

kostov

Foto publicada no perfil do hi5 de Sara Kostov, reparem que não tem o meu nome.

Perante estas duas imagens, pergunto-me se será apenas uma mera coincidência e se a foto do perfil no hi5 não será a minha foto mas com o nome removido.

Ou será uma foto tirada por outra pessoa, que estava exactamente no mesmo lugar que eu, com as mesmas definições na máquina, o mesmo flash, a mesma correcção em photoshop, enfim, tudo igual.

Será?

Peço-vos que comentem este post e me dêem a vossa opinião. Todas elas serão de extrema importância.

Até breve …





Novo …

1 02 2009

Actualizei a secção “Moda” do blog.

Fotografias de exterior e estúdio.

Modelo: Filipa Quadros





Injustiça?

1 02 2009

Vento …

Chuva …

A tempestade abate-se sobre as cabeças de todos quantos percorrem as ruas e atormenta aqueles que, ainda acordados, houvem o rugido furioso dos ventos.

As gotas caem como lanças em direcção a um solo já alagado e completamente esgotado.

Parece que a natureza se revolta contra todas as atrocidades que nós, humanos inteligentes e sabedores, lhe infligimos. A natureza fartou-se, cansou-se de apenas dar sem nada receber. Cansou-se de dar oxigénio e comer fumo. Cansou-se ser a unica a fazer um esforço pela relação de convivência gerada na Terra.

É certo que ela não tem escolha. Tem mesmo de levar connosco e não protestar, certo? Se calhar até não, ela fartou-se, está a protestar. Berra à maneira dela, espanca da forma que sabe … traz-nos o medo e a destruição. E nós, que fazemos? Dizemos que é injusto, pedimos Obamas, Deuses … Salvadores! Mas será injusto? Será mesmo injusto que a natureza se revolte contra quem passa a vida a tentar matá-la? Começo a pensar que é melhor rever o conceito de INJUSTIÇA!!!!

Vamos ter de nos conformar, habituar à ideia de que estamos errados e que, se sofremos, o merecemos.

Até breve …





Novo …

30 01 2009

Estão disponíveis novas fotografias na secção “Diversos” deste blog.

São resultado de um “passeio fotográfico” pela alta conimbricense na tarde de ontem.

Apreciem e critiquem.

Até breve …





Chapter one …

29 01 2009

Naquela tarde a chuva batia nas janelas com tamanha violência que estas tremiam como um pobre mendigo numa invernosa noite de Dezembro. No entanto, no interior da sala, a lareira acesa fazia com que o ambiente estivesse quente e suave como veludo.

As horas de leitura eram sagradas e, apenas interrompidas por pequenos gestos de afecto e ternura que adicionavam, só por si, um ambiente ainda mais doce à cena. O som de Chopin e o cheiro a velho que vinha das folhas já gastas e amarelas dos antigos livros fazia o cenário parecer-se com algo romântico. Apesar deste ambiente, os dois ocupantes da divisão mantinham-se concentrados nas leituras, abstraindo-se de todo qualquer pormenor; liam com a vontade e a paixão de para quem, a leitura, mais do que um passatempo, era uma celebração intelectual.

Num breve instante, trocaram um olhar fugaz e, ele, abrindo levemente a boca, soltou apenas uma pequena frase, quase soprada … “Havemos de para sempre estar juntos e juntos viver um amor poético…” .





Início

27 01 2009

Cheguei ao wordpress quase por acaso e, ainda bem visto que descobri um espaço com possibilidades bastante mais vastas do que aquelas a que estava habituado.

Com este novo blog  pretendo não só divulgar o meu trabalho, como também criar um único   local onde possa desenvolver todos os meus gostos, tais como a escrita e a fotografia.

Este blog vai seguir um esquema que eu já tinha na minha cabeça há algum tempo. Na página principal vão estar os meus textos e, também, notícias e chamadas de atenção para os trabalhos que vou publicando nas galerias.

O principal são mesmo as galerias visto serem a montra de tudo o que vou desenvolvendo naquilo que realmente ambiciono, a fotografia. Nelas podem encontrar fotos a cobrir várias temáticas, tais como concertos e fotografias que vou tirando por aí, mas o mais importante, são mesmo fotografias de moda e retrato. Estas duas últimas categorias serão, provavelmente, as mais actualizadas dado serem o meu verdadeiro sonho a nível fotográfico.

Como não vou transferir todas as fotos do antigo blog para este, podem vê-las em:

afonsobastosfotografia.blogspot.com

Espero que gostem deste meu novo espaço e…

… até breve!